No século XVI, a Europa estava passando por grandes transformações. A Reforma Protestante havia desafiado a hegemonia da Igreja Católica, e o Renascimento estava fomentando uma nova valorização do conhecimento, das artes e das ciências. Nesse cenário turbulento, a Igreja Católica procurou reforçar sua posição e responder aos desafios apresentados pela Reforma. Uma das respostas mais significativas foi a fundação da Companhia de Jesus (Jesuítas) por Inácio de Loyola em 1540.

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No século XVI, a Europa estava passando por grandes transformações. A Reforma Protestante havia desafiado a hegemonia da Igreja Católica, e o Renascimento estava fomentando uma nova valorização do conhecimento, das artes e das ciências. Nesse cenário turbulento, a Igreja Católica procurou reforçar sua posição e responder aos desafios apresentados pela Reforma. Uma das respostas mais significativas foi a fundação da Companhia de Jesus (Jesuítas) por Inácio de Loyola em 1540.

Os jesuítas rapidamente se destacaram por seu compromisso com a educação, estabelecendo escolas e universidades que se tornaram renomadas por sua qualidade e rigor acadêmico. Em 1599, a Companhia de Jesus publicou o Ratio Studiorum, um documento que padronizou o currículo e os métodos de ensino em todas as suas instituições educacionais. O Ratio Studiorum não apenas refletia os valores e objetivos dos jesuítas, mas também introduzia um sistema educacional inovador que teria um impacto duradouro na educação ocidental.

“A Companhia de Jesus foi a mais importante instituição católica que atuou na educação brasileira. Na Europa, eles foram o instrumento de combate a expansão protestante. No Brasil, eles se dedicaram a catequese indígena, na tentativa de doutrinar os índios que aqui viviam, aos hábitos cristãos. “Após o início da colonização pelos portugueses, houve a tentativa da introdução de uma educação escolar católica no Brasil. Sobretudo sob a égide do Ratio Studiorum – documento escrito em latim” (Freitas, 2021, p. 153).

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