Descrição
A economia de massa exige contratos impessoais e padronizados (contratos-tipo ou de massa), que não mais se coadunam com o princípio da autonomia da vontade. O Estado intervém, constantemente, na relação contratual privada, para assegurar a supremacia da ordem pública, relegando o individualismo a um plano secundário. Essa situação tem sugerido a existência de um dirigismo contratual, em certos setores que interessam a toda a coletividade. Pode-se afirmar que a força obrigatória dos contratos não se afere mais sob a ótica do dever moral de manutenção da palavra empenhada, mas da realização do bem comum.

![“Segmentação é a divisão dos consumidores por produtos adquiridos e pelas características comuns da maioria desses consumidores. [...] A empresa busca conhecer seu consumidor para atendê-lo da melhor forma, pois, atingindo o perfil correto de clientes, as vendas aumentarão e, por consequência, aumenta sua participação no mercado, porque a empresa pode começar a atingir novos clientes que antes não compravam, aumentando, dessa forma, a imagem da empresa com clientes e concorrentes”.](https://grupoazuleducacional.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Captura-de-Tela-2024-02-19-as-19.34.59-1024x991-1-300x300.png)
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