Quando a criança ou o adolescente inicia o atendimento psicopedagógico, é comum que tenha dificuldades de expor seus problemas, expressar suas dificuldades por acumular sentimentos de insegurança sobre si mesmo e sobre sua performance, mas com a utilização de jogos, brincadeiras, histórias, desenhos, modelagens, colagens, pinturas, entre outras tantas possibilidades, a intervenção é facilmente aderida.

 

DAROS. Thuinie Medeiros Vilela. Intervenções Inovadoras na Psicopedagogia em Diferentes Contextos de Aprendizagem. Maringá – PR.: UniCesumar, 2020. Reimpresso 2021.

 

 

Os jogos eletrônicos, video games e tablets, principalmente, vêm ganhando destaque ao longo dos anos e se tornando os favoritos das crianças. […] A possibilidade de identificar alguns tipos de comportamentos e patologias através de uma ferramenta que atrai o sujeito, principalmente no caso das crianças, que em geral costumam ter facilidade e preferência por esses itens, pode ser de muita valia para o andamento do processo, além de servir como uma boa forma de estabelecer vínculo com o indivíduo.

 

LEITE, Renata Franco. Caixa lúdica e novas tecnologias. Estudos de Psicanálise, n. 45, p. 145-148, 2016.