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A DLPA pode ser substituída pela Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, em função da DMPL
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A docência no século XXI exige muito mais que domínio de conteúdos, metodologias concretas ou planejamentos prontos.
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A doutrina clássica denomina como sufrágio o poder que se reconhece a determinado número de pessoas (cidadãos) para participar direta ou indiretamente da soberania de um país. Trata-se de um direito público subjetivo inerente ao cidadão que se encontre em pleno gozo de seus direitos políticos.
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A dúvida que Carlos tem é se ao assumir essa mini panificadora ele terá condições, com o contrato assumido de venda (300 unidades por mês = 30 receitas) de sanar todas os custos e despesas do processo produtivo e ainda obter lucro. Para poder aconselhá-lo você precisará fazer as seguintes análises:
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A EC 132/2024, também alterou o art. 156-A da Constituição Federal de 1988 (CF), delegando à Lei Complementar instituir Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS), que deverá substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e o Imposto Sobre Serviço (ISS). A mesma Emenda também incluiu o inciso V ao art. 195 da CF, tratando sobre a Contribuição Sobre Bens e Serviços (CBS), que deverá substituir as atuais Contribuições do PIS e da COFINS.
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A economia de massa exige contratos impessoais e padronizados (contratos-tipo ou de massa), que não mais se coadunam com o princípio da autonomia da vontade. O Estado intervém, constantemente, na relação contratual privada, para assegurar a supremacia da ordem pública, relegando o individualismo a um plano secundário. Essa situação tem sugerido a existência de um dirigismo contratual, em certos setores que interessam a toda a coletividade. Pode-se afirmar que a força obrigatória dos contratos não se afere mais sob a ótica do dever moral de manutenção da palavra empenhada, mas da realização do bem comum.
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A economia é uma ciência social que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Ela analisa como os indivíduos, empresas e governos tomam decisões sobre a alocação de recursos escassos para satisfazer necessidades e desejos. Já a engenharia econômica é uma disciplina que aplica princípios e métodos econômicos à análise e avaliação de projetos de engenharia. Seu objetivo é auxiliar engenheiros na tomada de decisões informadas sobre a viabilidade financeira e econômica de empreendimentos. Nesse sentido, enquanto a economia fornece a base teórica para entender os mecanismos de mercado e os fatores que influenciam a alocação de recursos, a engenharia econômica aplica esses conceitos em contextos específicos, como a construção de infraestrutura, desenvolvimento de novos produtos e implementação de tecnologias.
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A Educação 4.0 é uma consequência da Indústria 4.0, também chamada de Quarta Revolução Industrial, que é um termo designado
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A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino que atende a um público com trajetórias de vida
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A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino que carrega especificidades profundas, demandando do docente muito mais do que conhecimentos técnicos
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A educação quilombola, é uma política afirmativa, valorativa e reparadora, que, se compreendida no bojo das relações dos territórios
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A eficácia das investigações em segurança pública depende substancialmente da qualidade e integridade das provas coletadas. Estratégias bem planejadas para a produção de prova são vitais para assegurar que as evidências sejam coletadas, armazenadas e apresentadas de maneira que sustente a investigação e eventual processo judicial. A implementação de tais estratégias requer uma compreensão profunda dos tipos de prova, técnicas de coleta e análise, bem como das legislações que regem esses processos.
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A elaboração de um Plano Geral de Segurança Pessoal e Executiva (PGSPE) para indivíduos de alto perfil, como líderes políticos, executivos e celebridades, requer uma compreensão profunda dos vários riscos e ameaças que podem surgir. Esse planejamento deve considerar aspectos como a localização, o perfil dos protegidos e a natureza das atividades que serão realizadas. Especialistas em segurança destacam que a análise de riscos constitui a espinha dorsal de qualquer estratégia de segurança eficaz, permitindo a identificação de vulnerabilidades e a preparação para possíveis contingências. A seleção de uma equipe de segurança qualificada, o estabelecimento de protocolos claros e o treinamento rigoroso são fundamentais para a execução bem-sucedida do plano. Além disso, a comunicação constante com as autoridades locais e o monitoramento contínuo são essenciais para adaptar-se a quaisquer mudanças e responder prontamente a emergências.
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A elaboração de um Plano Geral de Segurança Privada (PGSP) para um evento de tal magnitude não é uma tarefa trivial. Requer uma compreensão profunda dos vários riscos e ameaças que podem surgir, considerando aspectos como a localização, o perfil dos participantes e a natureza do evento. Segundo especialistas em segurança, a análise de riscos constitui a espinha dorsal de qualquer estratégia de segurança eficaz, permitindo a identificação de vulnerabilidades e a preparação para possíveis contingências.
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A emergência e a expansão de empreendimentos sociais no mundo fazem com que esse fenômeno seja foco de estudo, tanto para conhecer suas características empíricas quanto para lhe estender os conhecimentos provenientes da teoria das organizações e as possibilidades de modelar ferramentas adequadas de gestão. O crescente reconhecimento do empreendedorismo social tem sido acompanhado de uma multiplicidade de enfoques teóricos. A literatura indica a existência de pelo menos três abordagens do empreendedorismo social: a europeia, a americana e a dos países em desenvolvimento, que, apesar de representarem o empreendedorismo social a partir de diferentes contextos organizacionais, tendem a se complementar.
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A emergência e a expansão de empreendimentos sociais no mundo fazem com que esse fenômeno seja foco de estudo, tanto para conhecer suas características empíricas quanto para lhe estender os conhecimentos provenientes da teoria das organizações e as possibilidades de modelar ferramentas adequadas de gestão. O crescente reconhecimento do empreendedorismo social tem sido acompanhado de uma multiplicidade de enfoques teóricos. A literatura indica a existência de pelo menos três abordagens do empreendedorismo social: a europeia, a americana e a dos países em desenvolvimento, que, apesar de representarem o empreendedorismo social a partir de diferentes contextos organizacionais, tendem a se complementar.
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